segunda-feira, 5 de outubro de 2015




Podia começar por dizer-te que te adoro e que tudo em que tenho pensado é num tu e eu. 
Num tu sem eu e num eu contigo. 
Penso como seria se estivesses aqui neste momento. Com toda a certeza não estaria aqui a escrever este texto contigo no pensamento. 
Como seria se neste momento te pudesse beijar e dizer-te tenho sentido a tua falta será que retribuirias o beijo com a mesma intensidade? com a mesma saudade? 
Inúmeras questões têm-me preenchido o pensamento nestes últimos dias. Todas elas com o mesmo sujeito, sempre no conjuntivo. Será assim um pretérito tão imperfeito que todas as questões tenham de se fazer acompanhar assiduamente de um se? 
E se pudesse tê-lo por perto? Será que me desejaria da mesma maneira que eu anseio o seu beijo?
E se eu quiser algo mais? Será que ele me quererá por inteiro ou apenas pela metade que represento sem a sua presença?
Há medida que vão surgindo questões, mais incerta se torna a resposta e com ela nada se torna mais claro para mim do que um quero-te. Quero-te tanto, porra.

Eu já não quero um tu e eu, eu quero um tu mais eu, porque "desde que apareceste eu tenho sido tão mais eu" 

Sem comentários:

Enviar um comentário